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Filhos de Darwin

No século 21, a humanidade testemunhou o nascimento dos super-seres.
Veio como um boom. Da noite para o dia jornais do mundo inteiro noticiavam: "Os X-Men Chegaram", "Mutantes entre Nós", "O Próximo Passo da Evolução".
Primeiro houve curiosidade, pessoas 'normais' trabalharam para entender os 'mutantes'. No começo houve amizade entre nós.
Depois veio o medo, nem todos de nossa espécie eram amigáveis, lutas entre mutantes e humanos se tornaram comuns. Dominados pelo medo daquilo que podíamos fazer, os humanos decidiram nos exterminar.
Essa era durou cinco anos, era essa que para nós é conhecida como a 'Era da Discórdia'. Muitos humanos pereceram, muitos dos nossos os seguiram.
Então veio o êxodo. Em uma única noite, o ‘Grande Um’ convocou todos os mutantes para a Nova Atlântida, naquele tempo conhecida como Austrália. Todos os antigos moradores foram levados para o continente. Aqui restaram apenas os Filhos de Darwin, nós mutantes, como deve ser.
Nós mandamos um aviso aos humanos, um aviso que até hoje é ouvido por eles, ‘Não se aproximem’.
Mas mesmo assim não houve paz, alguns de nós ainda ansiavam pelo caos, os humanos ainda desejavam nossa destruição. Nossos avisos não foram ouvidos, eles atacaram. Alguns de nós revidaram. Mais 30 anos de disputas se seguiu desde a criação da Nova Atlântida.
Os humanos finalmente tomaram uma grande decisão. Apontaram suas mais perigosas armas, as chamadas bombas atômicas, para Nova Atlântida. O medo tomou conta de todos, darwinianos e humanos. Essa decisão não só traria nossa destruição, mas também a de grande parte do povo deles.
Mas o Grande Um estava preparado, e todos testemunharam, humanos e darwinianos, sua determinação. Quando as bombas já podiam ser vistas do céu de Nova Atlântida, os ‘Cinco Cardeais’, naquela época ainda muito novos, se ergueram no topo do Monte Kosciuszko, hoje conhecido como ‘Farol dos Cardeais’, e, com seu grande poder, desviaram as bombas, enviaram todas de volta ao seu ponto de origem, e, quando estavam a poucos metros do impacto, sumiram com todas elas.
Hoje, nossa dedicação ao Grande Um nos permite viver em paz na Nova Atlântida, os Cardeais nos protegem do alto do Farol. Nenhum de nós jamais foi visto fora de nosso país. E os humanos agora sabem, eles vivem pois assim deseja o Grande Um.
Sherill, Magister Doctor do Colégio de Nova Atlântida
Wight - Vilí

O broto sonha em ser árvore,
A árvore sonha em tocar o céu."
Eras se passaram, surgiram os animais, e com eles Modrá, as fadas da luz azuis. Pouco depois, surgiram as Tma, as fadas das trevas. Diferentes das plantas, os animais destruíam outros seres vivos para sobreviver, tanto animais como plantas. Da mesma forma, Tma são universais e destroem tanto os sonhos de animais quanto de plantas.
Uma vez que passaram a existir, os dois tipos de fadas jamais poderão ser destruídos enquanto houver seres vivos que sonhem. Sabendo disso, as fadas da luz lutaram para manter as fadas das trevas sobre controle. Mas tudo mudou com a chegada dos seres humanos.
Os seres humanos são o resultado das eras de guerra entre as fadas, eles são uma criação das fadas das trevas. Os seres humanos são os únicos seres vivos que destroem sem precisar de uma razão. Junto com os seres humanos nasceram as Cervená, as fadas vermelhas. Com o avanço de mais esse passo nos planos das fadas das trevas, a balança de poder começou a pender para o lado delas.
Na dimensão das fadas batalhas terríveis foram travadas, que se refletiam no mundo material com a destruição causada pelos humanos, tudo isso levando ao ponto culminante no plano das fadas das trevas. Uma grande conjunção de Tmy foi formada durante a idade média, o poder negativo delas fez com que os humanos parassem de sonhar e assim começou a idade das trevas.
Quase todas as fadas vermelhas enlouqueceram devido à fome. As que não enlouqueceram usaram de um último recurso. Junto com Cervená, Zelená e Modrá se uniram para fazer um ritual que salvaria tanto as fadas vermelhas quanto os humanos. Esse ritual antigo criado pelas fadas verdes faria com que as fadas envolvidas se misturasse com a alma de um humano cada, impedindo que esse fosse tomado pela escuridão de Tmy. Cada fada vermelha levou consigo o poder de uma palavra, que protegeria seu hospedeiro, uma única fada verde, a mais antiga de todas, se voluntáriou a se unir a um humano que teria poder sobre as plantas, e uma fada azul de cada um dos animais mais corajosos se uniu também ao ritual. Nasceram as Kmeny Smu, as Linhagens dos Sonhos.
Dark Sun - Dia 1
Um grande Golias, de pele cinza como pedra e a força de muitos homens. Um jovem Eladrin, que ao chegar tomou a forma de um dos grandes insetos do deserto. O Mul, com a aureola do psiônico e expressão de grande concentração. E o Thri-Kreen, caminhando com um grande lotulis em mãos e, por um momento, pensei ver um grande urso ao seu lado.
Foi uma coisa maravilhosa de se ver. Dez carroças cheias de mercadorias, guiadas por enormes bestas. Dezenas de mercadores e civis partindo em viajem para cidades longínquas. E outras dezenas de guerreiros, armas de força e coragem, em defesa da caravana. Todos partindo nas primeiras horas da manhã, em direção à solidão e aos perigos do que há além das muralhas de Tyr.
As primeiras horas da viajem foram calmas, poucas criaturas se arriscavam a se aproximar de tão grande comitiva. Mas, mesmo assim, algumas mais ousadas nos atacavam, e logo eram rechaçadas pelos mercenários. O meio-dia veio e trouxe consigo o pior do calor do sol negro, e Tanjir, o líder da caravana ordenou que montássemos as barracas para esperar que o tempo melhora-se.
Eu estava no alto de uma das carroças comendo a refeição que tinha sido me entregue, dois goles de água, e o que parecia ser carne de gato, quando reparei em alguns vultos nas montanhas próximas. A distância e luz do sol não me permitiram ver direito o que nos observava, mas não houve tempo para pensar nisso.
Sons de batalha logo começaram a vir de uns dos lados da caravana, um golem de areia atacava a comitiva e um grupo de mercenários o atacava. Mas, além do barulho do combate outro som me chamou atenção. No meio do círculo de carroças, quatro dos mercenários lutavam sozinhos contra outro golem.
O druida, em sua forma de inseto gigante atacava ferozmente com suas garras, enquanto o golias golpeava com seus punhos, abrindo crateras no corpo disforme do golem. De uma distância mais segura o mul atacava com seus poderes psiônicos, a auréola em sua cabeça cada vez brilhando mais e mais, e ao seu lado o xamã thri-kreen invocava espíritos para ajudá-los na batalha.
Mas nem tudo ia bem, apesar da coragem dos combatentes, no momento em que o golias caiu, a água de seu corpo sendo absorvida pelos ataques do golem de areia, o destino deles parecia ter sido selado. Mas, mesmo com poucas chances, os guerreiros continuaram a atacar o golem.
Movida pela bravura deles eu resolvi intervir. Usando umas músicas mágicas que aprendi de meu mestre, toquei uma melodia de renovação, que fechou as feridas maiores do golias e de seus companheiros. Com o golias erguido, suas energias renovadas, os guerreiros redobraram seus ataques, e logo o golem retornou para as areias do deserto, sumindo como se nunca tivesse estado lá, apenas eu como testemunha da coragem daqueles guerreiros.
Daquele momento em diante resolvi acompanhar esses aventureiros mais de perto. Pois acredito que grandes épicos irei contar sobre as empreitadas de tão estranho grupo."
Suprema Barda da Escola de Tyr Alek Sweettone
Wight

Quando o primeiro ser vivo sonhou, nasceram as Fadas da Luz. Quando houve a primeira desilusão, nasceram as Fadas das Trevas.
As Fadas da Luz são seres do plano da imaginação, que vivem dos sonhos e desejos dos seres vivos. Fadas das Trevas são a encarnação de sonhos perdidos e de desejos não realizados. No começo, as Fadas da Luz lutaram contra as Fadas das Trevas para proteger aqueles que sonham, pois as Fadas das Trevas destroem sonhos para aumentar seu poder.
Mas houve, para os seres humanos, uma era negra, quando eles se tornaram incapazes de sonhar. E, sofrendo pela ausência de sua maior fonte de alimentação, as Fadas da Luz enlouqueceram. Loucas, as Fadas da Luz começaram a roubar os sonhos dos poucos que ainda os tinham. Nessa era nasceram as Linhagens de Sonhos.
Pessoas que não desistiram de sonhar, mesmo em era tão negra, foram os que deram origem às Linhagens de Sonhos. Cada um despertou o poder de ver as Fadas e sua imaginação deu origem a uma palavra de poder para enfrentá-los. As Linhagens foram divididas de acordo com a forma com que seu poder se manifestava e saíram a caça das Fadas.
Após muitas batalhas, as Linhagens conseguiram tirar a humanidade daquela era negra. As Linhagens, então, tomaram o lugar das Fadas da Luz na defesa dos sonhos, agora tanto contra as Fadas das Trevas quanto contra as Fadas da Luz.
Ao longo das eras, outras Linhagens surgiram, e, como uma praga, as Fadas passaram a surgir mais e mais. Infelizmente, o herdeiro da palavra de poder deve ser o filho de alguém com o poder da linhagem, com um dos sonhadores, e, nem todos os nascidos têm forças para despertar seu poder, muitos, quando ainda pequenos, são caçados e mortos pelas Fadas. Assim, poucos são nossos defensores.
A humanidade agora enfrenta uma nova era negra, e, noite após noite, as Linhagens saem para nos proteger das Fadas.
WHF: Behind Enemy Lines - Day 4: O Sacrifício

Nossos heróis lutam pela última vez contra as forças do caos, ou talvez não.
"Incapazes de reagir, nossos heróis assistiram enquanto mais duas das cinco crianças tinham seu corações espremido em nome de Khorne. Os dois cultistas então retornam pra seu lugar e o líder se preparou para sacrificar a última criança. Pegando mais a última das ferramentas dentro da bacia de líquido verde, o líder dos cultistas se virou e encarou a menina, que não devia ter mais do que seis anos. Nessa hora, foi como se a criança tivesse sentido a presença de nossos heróis, ela olhou na direção deles e nossos heróis viram com horror que apenas nessa hora ela começou a chorar e aceitou seu destino.
David caiu ajoelhado no chão, não querendo ver a morte da menina. Brisir e Alain se mantiveram em pé, a fúria e o desespero se acumulando em suas mentes. Pelo canto de seu olho, Brisir reparou na força com que Sofir se segurava ao parapeito do balcão, tremendo de fúria, mas incapaz de reagir. O grito de dor da menina ficaria marcado em suas mentes.
O cântico então terminou, e Alain viu os ventos negros do caos se acumularem ao redor do corpo no altar e trazê-lo de volta a vida, não como o capitão que conheceram, mas como um guerreiro do caos, pronto a servir seu deus maligno e a espalhar o sangue de inocentes por onde passasse. Os dez cultistas que estavam ajoelhados se ergueram e pegaram um grande armadura coberta de sangue e um martelo coberto de runas, entregaram ao guerreiro e este os vestiu.
Nossos heróis assistiram enquanto o guerreiro vestia a armadura, o capacete cobrindo a face do capitão. De repente, diante dos olhos de Alain, todos os ventos da magia se acumularam no salão, e uma voz de mulher sussurrou aos ouvidos de nossos heróis.
'Matem-no.'
Uma energia preencheu nossos heróis, e todo o pavor que sofriam desapareceu, como se nunca tivesse existido. Na mesma hora, aparentemente sentindo a presença de nossos heróis, os cultistas olharam em sua direção.
Sem pensar duas vezes, Sofir disparou uma flecha em direção do guerreiro do caos, mas está se desviou, como se um vento a tivesse espantado, enquanto os dez cultistas que carregaram a armadura correram para o lado oposto do salão, só restando os cinco responsáveis pelo sacrifício e o guerreiro do caos no meio do salão.
Reagindo à flecha de Sofir, o guerreiro do caos se ergue, e em grandes passadas alcança a parte de baixo do balcão. Usando de uma força sobrenatural, o guerreiro do caos golpeia o balcão de pedra onde nossos heróis estavam, reduzindo-o a escombros. Nossos heróis sentindo o chão desmoronando tentam escapar, Brisir e Alain facilmente pulando para longe, mas David tropeça e quase é soterrado pelas pedras, por sorte Sofir estava ao seu lado e consegue resgatá-lo a tempo.
Sem pausa para os nossos heróis, quatro dos cultistas desembainham adagas e avançam em direção a Sofir, que estava distraído ajudando David, e abrem uma ferida em suas costas. Brisir, já recuperado do pulo, corre em direção ao líder dos cultistas, mas é desviado de seu objetivo, quando este derruba a bacia de líquido verde em seu caminho, imediatamente o ácido começa a corroer o chão do salão. Aproveitando a distração do anão, o líder dos cultistas avança na direção dele com uma grande adaga ritual e o golpeia, abrindo um corte no braço de Brisir.
David saca sua espada e corre em direção ao guerreiro do caos, que saia nesse momento do meio dos escombros, tentando atravessá-lo com a espada, mas, assim como com a flecha, um vento forte desviou o golpe. Alain tenta juntar os ventos da magia para começar um encantamento, mas falha, os ventos negros parecem impedi-lo de conjurar seus feitiços.
Vendo-se encurralado, Sofir recua alguns passos e rapidamente dispara duas flechas e dois cultistas caem no chão, mortalmente feridos. O guerreiro do caos ataca então David, que estava à sua frente. A martela é tão forte que obriga David a recuar alguns passados, vendo isso, o guerreiro começa a rir.
Novamente os dois cultistas restantes flanqueiam Sofir e o atacam selvagemente, abrindo mais alguns cortes nos braços do elfo. Enquanto isso, Brisir golpeia o líder dos cultistas com um de seus machados, abrindo uma ferida em seu peito, que sangra profusamente. Abrindo caminho para David, que, se vendo próximo a Brisir após receber o golpe do guerreiro, resolve ajudar o anão, deixando o guerreiro de lado por enquanto, a ajuda do anão seria necessária se eles pretendiam derrotar o guerreiro.
Vendo-se cercado, o líder dos cultistas ataca Brisir, ferindo-o novamente, mas o esforço fez com que a ferida em seu peito abrisse mais ainda. Já Alain, mudando de tática, se concentra chama novamente os ventos da magia. Como se uma barreira mágica tivesse sido quebrada, um forte clarão de luz explode ao redor de Alain, o cegando, mas não o impedindo de invocar um espada longa moldada com os fogos de Aqshy. Mas o esforço desprendido foi muito grande, e uma pontada de dor atravessa o corpo de Alain.
Recuando mais alguns para cima dos escombros do balcão, Sofir derruba os últimos dois cultistas, mas imediatamente surge o grande martelo do guerreiro do caos, que o acerta no peito, jogando-o em direção à parede do salão, sem mais forças para se manter em pé, Sofir cai no chão desmaiado.
Vendo seu companheiro caído, Brisir se separa do líder dos cultistas e corre para ajudá-lo. O líder tenta aproveitar o recuo de Brisir, querendo golpeá-lo pelas costas, mas não consegue, se desviando no último momento de um golpe dirigido a ele por David. Alain, tentando distrair o guerreiro enquanto Brisir despeja uma das poções na boca de Sofir, o ataca com sua espada de fogo, mas é como se uma proteção invisível impedisse que a espada encostasse-se à armadura.
Com a ajuda da poção de cura, Sofir acorda, apenas para ver o guerreiro do caos golpear Brisir com seu martelo, o pregando à parede. Sofir rola para o lado, se erguendo logo em seguida e disparando uma flecha no guerreiro do caos, novamente desviada pelo vento desconhecido. Enquanto David finalmente corta a garganta do líder dos cultistas e corre para se juntar aos seus companheiros.
Nossos heróis estão cansados e feridos. David sente dificuldade para respirar, enquanto Sofir tem diversas feridas abertas, Brisir está pregado à parede, precisando urgentemente de ajuda médica, apenas Alain, sua espada de fogo nas mãos, está relativamente inteiro. Nessa hora, para os olhos de Alain, é como se o tempo parasse, um par de braços o abraça, envolvendo seu pescoço e a mesma voz feminina de antes sussurra em seu ouvido.
'Eu posso ajudá-los.'
Saindo do abraço, Alain avança dois passos e se vira para ver quem tinha falado. À frente estava uma linda mulher, de no máximo vinte e cinco anos, alta, de longos cabelos pretos e olhos vermelhos, a pele branca como a neve, um sorriso cruel em seu rosto, que nada mais fazia do que torná-la mais encantadora, quando a luz batia sobre o cabelo e olhos, era como se estes mudassem de cor, e os ventos da magia a envolviam, como se fizessem parte dela. Da boca de Alain apenas uma palavra saiu, palavra esta que o fez sentir um calafrio passar por sua espinha.
'Tzeentch.'
O sorriso da mulher se alargou, ele se aproximou novamente de Alain, que não conseguia desviar os olhos de seu corpo sedutor, e repetiu o que havia dito.
'Eu posso ajudá-los. Em troca, quero apenas que fique a me dever um favor.'
Ao ouvir isso, Alain saiu de seu transe e olhou diretamente nos olhos da mulher.
'Que tipo de favor?'
A mulher, como se estivesse começando a se entediar, o sorriso diminuindo um pouco em seu rosto, respondeu.
'Um favor, qualquer favor. Só de você. Não cobrarei nada de seus amigos. Acredito que seja um ótimo acordo.'
Alain olhou então para seus companheiros, a mercê do guerreiro do caos. Virou-se novamente para a mulher e respondeu.
'Eu aceito.'
O sorriso da mulher então voltou a se alargar. Ela se aproximou de Alain e pos suas mãos delicadas nos ombros deles, virando-o em seguida na direção dos cultistas que estavam escolhidos no canto do salão. Nessa hora, Alain conseguiu ver uma fina linha negra que ligava cada um dos cultistas ao guerreiro do caos. Sussurrando em seu ouvido a mulher falou.
'Use sua magia, destrua-os.'
Falando isso a mulher desapareceu, o tempo voltou a rodar. Sem pensar muito, Alain invocou sua magia, foi como se os ventos fossem atraídos por ele, mas ele não absorveu apenas o vento vermelho de Aqshy, junto veio o vento negro do caos, Dhar, como os elfos o chamam, e todo aquele poder se liberou numa gigantesca esfera de fogo vermelho e negro que reduziu a cinzas oito dos dez cultistas, e fez com que a caverna tremesse levemente.
Sofir e David sentiram a energia maligna diminuir, e ao olharem em direção ao guerreiro, ele pareceu estar fraquejando, a energia que o sustentava parecia ter diminuído. Aproveitando a brecha, David ataca o guerreiro do caos pelas costas e abre uma grande brecha na armadura, acertando suas costas e abrindo uma ferida que começa a sangue de forma incontrolável. Sofir também tenta acertar o guerreiro, mas seus braços estão fracos e sua flecha fica presa na armadura, não chegando a alcançar o corpo do guerreiro.
O guerreiro então se vira para David e o golpeai furiosamente, derrubando-o o no chão. Alain então aproveita que o guerreiro deu as costas pra ele e atravessa o coração do guerreiro com sua espada de fogo. A espada então se apaga junto com os últimos resquícios de vida do guerreiro. Rapidamente, os dois últimos cultistas fogem da caverna, entrando em uma das diversas passagens que vão dar no salão.
Alain e Sofir então correm para socorrer seus outros dois companheiros. E após meia hora todos estão acordados, apesar de extremamente feridos e cansados. Um sentimento de falha preenchendo suas almas. Alain, então, lidera nossos heróis em direção à entrada da caverna.
A caminhada para fora da caverna levou muito mais tempo do que antes, nossos heróis se seguram uns aos outros, juntando forças para vencer esse obstáculos, mas finalmente a luz do sol pode ser vista. Lá fora o dia começar a nascer novamente, e nossos heróis sentem um alivio ao receberem os primeiros raios do sol. Mas essa alegria é curta, ao longe, na direção da vila, nossos heróis conseguem ver uma grande coluna de fumaça se erguendo sobre a floresta. Com todas as suas forças, nossos heróis correm em direção à vila, tentando afastar da mente a idéia do que pode ter acontecido com os refugiados, enquanto eles estavam ausentes.
O sol já está alto quando nossos heróis chegam à vila. As casas estão completamente destruídas, os corpos de refugiados e cultistas se espalham pelas ruas. Na entrada de uma taverna nossos heróis vêm o corpo do ancião que os havia implorado que salve-se as crianças. Noutro podia-se ver homens e mulher, que lutaram ferozmente contra os cultistas, um círculos de corpos com mantos os envolve.
Andando mais um pouco, nossos heróis chegam à praça central da vila, onde uma cena bizarra os aguarda. No que parece ser o coração da praça, vinte estátuas de homens e mulheres usando mantos formando um circulo, como se avidamente avançassem em direção à sua presa. Passando esse círculo, em seu centro nossos heróis vêm as três clérigas de Shallya que haviam tratado as crianças, ajoelhadas como que em prece, elas também tinham se tornado estátuas de pedra. E entre as mulheres nossos heróis encontraram a mais nova das crianças que eles tinham salvado da fazenda incendiada adormecida, o símbolo de Sigmar queimado em sua testa, nem sinal das outras duas.
Um vento frio faz com que nossos heróis desviem sua atenção da criança e olhem em direção á entrada da cidade, um homem caminha em direção a eles. Ele era alto e largo, usando uma armadura de batalha com dezenas de símbolos sagrados pendurados, um grande martelo de batalha em seu ombro, seu rosto marcado por cicatrizes e o cabelo branco pelo horror do que já tinha visto. Para nossos heróis isso só podia significar uma coisa, o caçador que havia visitado a vila dois dias atrás tinha voltado.
O caçador caminhou diretamente até as clérigas petrificadas. Abrindo caminho para que ele passasse, nossos heróis viram quando o homem se agachou e ergueu as meninas em seus braços, e, se virando para nosso heróis, o caçador falou, numa voz que parecia ser raramente usada.
'Eu cuidarei da criança. Vocês têm outra missão a cumprir soldados. A batalha contra os greenskins está quase terminada. Mas esse não é o maior perigo que enfrentamos. Das montanhas o exército do caos se aproxima, e vocês devem avisar o Império do perigo iminente.'
Como se essa fosse a deixa para as forças malignas, do alto da montanhas nossos heróis começaram a ouvir o som de tambor de guerra. O exército do caos se aproxima.
Quem sabe, continua..."
Assim termina minha primeira aventura nesse novo cenário, espero que todos teham gostado das desventuras de nossos heróis, Alain, David, Brisir e Sofir, e, se Sigmar assim desejar, logo saberemos o destino de nossos heróis.
Ass: Fófis
Projeto Multimídia

Inicío agora o nosso projeto multimídia. E o primeiro passo é disponibilizar o áudio das seções correspondentes aos post:
- WHF: Behind Enemy Lines - Day 1: A salvo, ou quase isso...
Behind Enemy Lines - Day 01-01
Behind Enemy Lines - Day 01-02
- WHF: Behind Enemy Lines - Day 2: Ao anoitecer, os demônios saem de suas tocas...
Behind Enemy Lines - Day 02-01
Behind Enemy Lines - Day 02-02
Esperamos que apreciem os esforços de nosso grupo e aguardem futuras novidades.
WHF: Behind Enemy Lines - Day 3: A Caverna de Khorne

Em busca das crianças seqüestradas, nossos heróis testemunham o que é o verdadeiro mal.
"Após a conversa com o ancião da vila, nossos heróis se preparam para o bem merecido descanso. As clérigas de Shallya, já tem tendo feito todo o possível dentro de suas capacidades para ajudar as crianças, se preparam para ajudar nossos heróis.
Ao invocar os poderes da Deusa da Misericórdia, o toque das clérigas se torna quente e as feridas que são tocadas brilham com uma gentil luz azul e se fecham. Após o tratamento, nossos heróis são levados até uma parte do galpão que foi preparado para eles. Nem bem eles se deitam, Morr os captura em meio a um sono de pesadelos, onde a tortura das crianças pelo fogo e o sorriso doentio dos tocados pelo caos surge sem parar. Ao amanhecer, sentido-se levemente restaurados, nossos heróis novamente se reúnem ao ancião.
Tendo eles decidido ir atrás das crianças, o ancião lhes fala sobre o caminho a frente. Ao leste, em direção às montanhas, foi pra onde levaram as crianças. Desde tempos imemoriais, é sabido que nessas montanhas existe um rede de túneis e são elas a razão da vila está tão distante das montanhas. Nas palavras do ancião, as cavernas estão preenchidas de mal. Mas foi para lá que os cultistas seguiram, e como os heróis pretendem segui-los, o ancião descreve o caminho que eles devem seguir para alcançarem a caverna mais próxima. Após se abastecerem, nossos heróis partem em direção à caverna.
A caminha é longa, e, junto aos ventos do norte, nossos amigos podem ouvir os sons do segundo dia da batalha entre o Império e o exército inimigo. Nas primeiras horas de viajem nada de incomum acontece, é como se toda a vida da floresta a houvesse abandonado, apenas as árvores restaram.
A passar do meio-dia, nossos heróis finalmente encontraram um sinal de que se aproximavam de seu destino. As árvores, que ao amanhecer eram tão belas e cheias de vida, ali eram manchadas de negro, como se um a vida as tivesse abandonando. As manchas faziam parte da madeira e ao toque era fria como pedra, fria como a morte. E o céu se tornou escuro, como se até mesmo o sol não ousa-se entra naquele lugar amaldiçoado.
Mais algum tempo de viagem, o céu cada vez mais escuro, e o que eram manchas antes agora cobriam todas as árvores. Mortas, negras e desfolhadas, as árvores que pareciam ter sido petrificadas começam a mostrar o formato de rostos agonizando em seu tronco. Um exame mais atento torna os piores medos de Sofir em realidade. Os rostos nas árvores, nada mais são que os resquícios de almas. Almas de pessoas que foram sacrificadas diante delas de forma terrível, e suas almas ficaram aprisionadas nelas, para sofrerem eternamente.
Finalmente nossos heróis conseguiram ver o seu destino. A quinhentos metros era possível ver, entre as árvores mortas, a caverna. E, apesar de ainda ser o meio da tarde, começando a vinte metros da caverna apenas um resquício de luz podia ser percebido, ali o sol não iluminava, ali era noite.
Bravamente nossos heróis avançaram em direção à caverna. Mas ao se aproximarem da caverna, como que saidos das sombras, quatro homens os cercaram. Grande, fortes e de pele clara, os Norsca revelam um mal mais terrível do que o imaginado. Sua presença aqui significa a presença do exército do Caos, e essa revelação fez com que até mesmo o valente Brisir começa-se a suar.
Os Norsca não dão tempo para que nossos heróis se preparem. Pegos próximos uns dos outros, nossos heróis vêm três dos Norscas avançarem com seus machados erguidos, urrando algo incompreensível e golpeando furiosamente Brisir, Sofir e David.
Usando o impulso dado pelo golpe, Sofir da uns três passos para trás e dispara uma de suas flechas no Norsca que o atacou. Ao mesmo tempo, Alain invoca os ventos da magia e, com sua fúria alimentada pela visão do que aconteceu às crianças, lança em direção ao Norsca que corria em sua direção, uma língua de fogo que o consome em instantes, apenas cinzas e ossos restou.
David, aproveitando a distração dada pelo disparo de Sofir, finaliza o Norsca alvejado e rapidamente se prepara para a próxima investida daquele que o havia golpeado anteriormente. Enquanto Brisir é deixado para enfrentar seu oponente cara-a-cara, ao estilo dos anões, e, mesmo desbalanceado pelo golpe que recebeu, Brisir golpeia o Norsca a sua frente com seu machado, abrindo um corte profundo em seu peito.
Vendo que nossos heróis passaram a estar em grande vantagem, com dois de seus companheiros mortos, os Norscas restantes avançam para uma última investida. Mas Brisir, se fazendo valer de suas habilidades, apara o golpe direcionado a ele, enquanto David esquivava de outro. Mas, os deuses não estavam sorrindo pra David, usando o movimento de David com impulso inicial, o Norsca termina por posicioná-lo no caminho de uma flecha disparada por Sofir, acertando o lado esquerdo de seu corpo abrindo uma grande ferida que começa a sangrar assustadoramente.
Não se deixando impressionar pela visão de seu companheiro ferido, Brisir golpeia novamente o Norsca a sua frente, abrindo ainda mais a ferida em seu peito, o Norsca já estava morto quando encontrou o chão. Mas Alain não tinha pressa para ver seu amigo ferido e rapidamente dispara uma série de dardos mágicos, derrubando o último Norsca. Sem parar pra apreciar seu feito, Alain corre para ajudar David, fechando rapidamente sua ferida.
Tendo terminado com os Norscas, e vendo que não havia mais outros escondidos nas sombras, nossos heróis respiram fundo e entram na caverna.
A escuridão dentro da caverna era espessa, pesada, como se fosse algo vivo. Sem pensar duas vezes, nossos heróis acendem algumas tochas para iluminar o caminho. A caverna em si não era muito grande, três pessoas podiam caminhar lado ao lado sem ficarem apertados. Mas ela era comprida, e nossos heróis se sentiam como se estivessem caminhando em direção a um abismo, um abismo negro onde os deuses do caos habitam. Nas paredes haviam desenhos, feitos com sangue, tortura, morte, desespero, agonia, tudo isso e mais estava ali ilustrado.
A caverna parecia não ter divisões, sempre uma linha reta que guiava nossos heróis para o coração da montanhas. Após o que pareceu muito tempo de caminhada, sempre acompanhados pelos desenhos bizarros, nossos heróis finalmente chegaram a uma trifurcação.
Três caminhos se abriam à frente deles. David, procurando pistas do paradeiro das crianças, se agacha para procurar rastros. Os caminhos da direita e da esquerda pareciam ser os mais movimentados. Tomando uma decisão, nossos heróis corajosamente seguiram pelo caminho da esquerda.
Não demora muito, nossos heróis alcançam o que parece ser um balcão de um teatro, e assim que entram nossos heróis reparam que no lado contrário havia outro balcão, indicando que era ali o destino do caminho da direita.
Um som de vozes vinha da parte inferior do grande salão. Ao se aproximarem da beira do balcão, o que viram fez com que Brisir imediatamente se virasse e vomitasse, enquanto os outros três não esboçaram reação, ficaram paralisados, assistindo o ritual profano que se desenrolava.
No centro do salão havia um altar, onde o corpo de um homem repousava. Um exame mais detalhado mostrou que o corpo pertencera ao capitão da mesma tropa que nossos heróis compunham. Mas seu corpo tinha sido profanado, e percebia-se que várias partes haviam sido trocadas. Por todo corpo viam-se marcas de costura, os braços ram desproporcionais, uma grande cicatriz se estendia pelo peito do capitão. Sua boca estava aberta.
Dez homens usando mantos de capuz se ajoelhavam de frente ao altar. Cinco de costas para nossos heróis e outros cinco do lado oposto. De suas bocas um canto se desenrolava, em uma língua desconhecida, mas preenchida pelos poderes malignos do Caos. Outros cinco se posicionavam à cabeceira do altar, os dois das pontas de costas para o corpo enquanto os outros três se concentravam em acompanhar o coro de cultistas ajoelhados. Entre os cinco e o altar, em cima de um altar menor, e encontrava uma bacia, cheia de um liquido verde que borbulhava, três hastes de ferro de alguma ferramenta podiam ser vistas na bacia. Atrás de cada um dos cultistas levantados havia uma criança, erguidas do chão de cabeça pra baixo por correntes, as das pontas tinham provavelmente nove ou dez anos, sendo as dos centro mais novas, a do meio não podendo ter mais que 6 anos.
Quando nossos heróis chegaram ao parapeito, os dois cultistas que estavam de costas para o altar terminavam de retirar uma ferramenta cilíndrica oca do peito das crianças, enfiando suas mãos em seguida no buraco formado e arrancando seus corações. Nenhuma das crianças gritou, assim como nossos heróis elas pareciam paralisadas, mas de agonia, e, o mesmo poder maligno que povoava essas cavernas, parecia mantê-las vivas mesmo com seus corações arrancados. Os dois cultistas, com os corações nas mãos, foram até o corpo em cima do altar, fazendo um pouco de força, esmagam o coração das crianças, para que o sangue caísse na boca aberta do antigo capitão. Nesse momento as crianças gritam de dor e a vida às abandona.
Terminado o serviço, os dois cultistas deixaram a ferramenta que carregavam dentro da bacia e voltaram a seu lugar, ao lado dos outros três e começou a acompanhá-los no cântico, enquanto outros dois se destacaram do grupo e retiraram outras duas daquelas mesmas ferramentas, cobertas pelo liquido verde. Os dois se viraram para as crianças que estavam às suas costas. Nesse momento o cântico profano aumentou de volume e os dois cultista encostaram as ferramentas no peito das crianças. Lentamente a ferramenta ia entrando no peito delas, o liquido verde derretendo a carne das crianças. Gritos de dor saiam da bocas das duas crianças e a do meio, sem entender o que ou o porque daquilo tudo estar acontecendo, apenas chorava em desespero.
Continua..."
WHF: Behind Enemy Lines - Day 2: Ao anoitecer os demônios saem de suas tocas...

"Cansados e feridos pelo combate recente, nossos heróis tiram um momento para cuidar de suas feridas descansar enquanto discutem o que devem fazer em seguida.
Uma opção foi apresentada, a de o grupo viajar até a vila próxima. Uma pequena vila de aproximadamente vinte famílias, que sobreviveu em seu isolamento graças às características da própria floresta. A floresta em si é grandemente espaçada, de árvores antigas e majestosas. Em outros tempos seria um lugar bonito de se ver, nem sombra da terrível tentação do caos, mas agora, já com tanto sangue derramado, sua beleza não é mais a mesma.
David é contra esse curso de ação, acreditando que, para um grupo menor, é mais fácil atravessar o exército inimigo despercebido. Mas a discussão que se segue dura pouco tempo.
Os sons da batalha começam a morrer, o sol se esconde no oeste. Os exércitos cansados começam a se separar, a recuar. Cansados da carnificina desse dia o exércitos dos greenskins se reagrupa e ergue acampamento, pondo grupos de vigia a patrulhar o perímetro. Para o exército de Sygmar e do Império, essa é a hora do descanso merecido, nossos heróis não vêm da mesma forma.
O recuo do exército inimigo significa a aproximação deles da floresta, e as patrulhas, uma terrível premonição, de que talvez eles sejam encontrados e não tenham tempo para descansar. Sem escolha, nossos heróis, já um pouco mais descansados, começam a viagem em direção à derradeira vila.
Após algum tempo de caminhada, nossos heróis fazem uma terrivel descoberta. Graças a luz da lua, a sorte, talvez até mesmo um sinal enviado pelos deuses, Alain repara nas árvores próximas e vê uma mancha, que brilha com a luz da lua. Um exame mais aproximado revela que é sangue, fresco, não apenas nessa árvores, mas em diversas outras, do leste ao oeste, como uma corrente feita de sangue a dividir a floresta.
Um tremor passa pela espinha de nossos heróis quando se aproximam da marca apontada por Alain, o sangue é fresco, significando que não tem muito tempo que foi deixado ali, e ainda mais, é sem dúvida humano. Mas nossos heróis não têm muito tempo para compreender por completo o significado dessas marcas, pois um grande brilho, a luz de uma grande fogueira, chama sua atenção, vinda a direção da vila, segundo Alain, da direção de uma das fazendas que a cercam. Sem pensar muito nossos heróis correm em direção a luz.
Era uma fazenda grande. Com uma cerca de madeira a envolvendo. A partir da entrada principal, do lado esquerdo podia-se ver uma grande plantação, do lado direito, mais uma parte da plantação e um cercado para os animais. Animais grandes e pequenos, vacas, cavalos, porcos, todos mortos, seu sangue espalhado pelo cercado, nenhuma sombra de movimento. Mas o que mais chamava atenção eram as casas. Principalmente a casa grande, que era a grande fogueira a iluminar a fazenda, e o celeiro, com suas portas duplas escancaradas, uma luz vindo de seu interior.
Nossos heróis correram pela extensão da fazenda, atravessando as plantações, para, no momento seguinte, ouvir o grito de dor de crianças vindo da casa grande. Sem pensar duas vezes eles seguem em direção à casa principal, vendo, em uma analise rápida, que a estrutura ainda não estava comprometida.
Brisir, usando de sua força superior derruba a porta de entrada e entra na casa, logo seguido por seus companheiros, só para terem um grande choque ao verem o que os aguarda dentro da casa.
Os móveis do salão de entrada tinham sido amontoados no canto, abrindo espaço para a cena infernal em seu centro. Três crianças, as três de quatro, posicionadas de forma a serem cada uma a ponta de um triangulo, suas mãos e suas pernas atravessados por grandes pregos, as prendendo ao chão. O sangue que saia de suas feridas foi usado para desenhar grandes círculos ao redor delas, que se encostavam no centro. Os circulos de sangue em si, transformados em grandes chamas, por alguma feitiçaria maligna. Chamas essas que já encobriam as crianças, que gritavam pela dor e pavor.
Sem temer por suas vidas, Brisir, David e Sofir avançam cada um em direção a uma das crianças, apenas a sobrevivência delas em suas mentes. Sofir com certa dificuldade arranca os quatro cravos do chão de madeira e, com os cravos ainda presos em seu corpo, carrega a criança para fora da casa. Mas Brisir e David tiveram a mesma sorte. Em seu desespero para salvar as crianças, lhes acabam por arrancar as mãos delas por cima dos cravos, estes ainda presos ao chão, abrindo a ferida, o sangue alimentando de alguma forma as chamas. Só ao passarem novamente pela porta eles vêm o rosto de Alain, pálido e paralisado pelo horror do que via.
Mas a ajuda do mago era necessária, e Sofir, após deixar a criança deitada sobre sua capa do lado de fora da casa, o puxa em direção a ela, todas as três necessitavam urgentemente de primeiros socorros. Ainda tremendo, nosso aprendiz de mago usa de todos os seus conhecimentos para tratar rapidamente das feridas que a criança sofreu, ela iria sobreviver, apenas as cicatrizes ficariam. Brisir e David que tentavam o mesmo não tiveram o mesmo sucesso. As feridas tinham sido piores nas outras duas crianças, elas iriam sobreviver, mas suas mãos e suas pernas estavam irremediavelmente danificadas.
Apesar de tudo não há descanso para nossos heróis, outro grito é ouvido, vindo agora do celeiro de portas escancaradas. Ao olhar na direção naquela direção, três vultos de aparência humana puderam ser vistos entrando na floresta, alguns metros além da fazenda.
Os companheiros, já cansados, física e mentalmente, levam as crianças até uma bacia cheia de água e as deixam deitadas para descansarem, as três a muito já desmaiadas pelo choque. Respiram fundo e entram no celeiro preparados para enfrentar seja lá o que for.
A visão do celeiro foi tão terrível quanto a da casa. Lá no fundo, iluminados por uma pequena fogueira no centro do celeiro, encontravam-se mais três pessoas, seus braços arrancados. Dessa vez pregadas à parede do celeiro, formando também um grande triângulo. No topo um jovem, com seus 16 anos, gritava de dor, loucura em seus olhos, a babar a escorrer pelos cantos da boca. Mais próximos ao chão, um homem e uma mulher, com seus quarenta anos, em seus rostos um sorriso estupidificado, a loucura também em seus olhos, balbuciavam sem parar:
'Sangue para o deus do sangue.'
Os braços dos três jogados ao chão próximo deles, tendo sido usados como pincel, o sangue como tinta, para desenhar os três círculos que os envolvia, encostando uns nos outros no centro.
Não vendo salvação para as três pobres vítimas, Brisir avança até o homem e uma única machadada lhe corta a cabeça. Sofir prepara uma flecha, respira fundo e dispara em direção à cabeça do jovem no topo, acertando em cheio. Após um momento de hesitação, vendo David paralisado, com seu corpo tremendo, Alain saca sua espada e avança em direção à mulher, para terminar o que seus amigos tinham começado. Mas, ao encostar a espada no pescoço da mulher, Alain viu, por um breve instante, ela sorrir, não o sorriso da loucura, um sorriso gentil, uma sombra da mulher que ela tinha sido. Mas da mesma forma que veio ele sumiu, em seu lugar, novamente, a face da loucura, e, de olhos fechados, ele cortou a cabeça da mulher, acabando com seu sofrimento.
Após alguns minutos em que nossos heróis tentam achar sentido para tudo isso, não achando solução, eles resolvem por tudo de lado e cuidar das crianças, ao menos elas devem sobreviver. David achou uma carroça, enquanto Alain e Brisir faziam seu melhor para limpar as feridas das crianças. Sofir achou em algum lugar do celeiro um conjunto de mantos. E, com todo cuidado, depositaram as crianças na carroça, para seguirem viajem em direção à vila. No céu, acima das árvores, podia se ver a luz de diversas outras fazendas nos arredores, também a pegarem fogo.
No caminho, o grupo se revezando para puxar a carroça, uma pergunta martelava na cabeça de todos: 'Quem é esse deus do sangue?'. Como se tivesse lido a mente de seus companheiros, Alain responde à pergunta silenciosa:
'O deus do sangue é um dos deuses do caos, que representa a violência e a matança.'
O resto da viagem foi feita em silêncio.
Após algumas horas de viagem, no caminho encontrando sempre o mesmo, o silêncio dos mortos, fazendas pegando fogo, animais abatidos de forma terrível, nossos heróis finalmente alcançam a vila. Eles não sabiam o que iriam encontrar na vila, mas o que viram os deixou aliviado.
A vila não estava a salvo, pelo contrário, estava completamente destruída e abandonada, mas, diferente do que viram nas ultimas horas, aquele tinha sido trabalho de greenskins, e apenas essa visão já tinham sido o suficiente para alimentar as esperanças de nossos heróis.
Com muito esforço nossos heróis seguiram em direção ao templo de Shalya. Branco como marfim, e se erguendo acima das outras construções, o templo de Shalya parecia ter sido o menos danificado pelo ataque dos greenskins.
Ao se aproximarem do templo, David e Alain viram um movimento vindo de um dos lados do templo, um homem abrindo o que parecia ser um alçapão. Agindo por instinto, Alain ergueu sua mão e começou a entoar um rápido feitiço de ataque. David reagiu automaticamente e se pôs no caminho do ataque, suas mãos tremendo de forma assustadora, mas o que Alain viu em seu rosto fez com que ele parasse sua invocação. Atrás de David veio o barulho do alçapão se fechando e sendo trancado.
Em seguida ouve um momento de discussão entre David e Alain, enquanto isso Brisir e Sofir foram investigar o alçapão. Não fosse o fato de terem visto alguém entrando por ele, nossos heróis deduziram que seria extremamente difícil encontrar esse alçapão. Encostado na parede do templo, o alçapão se confundia com o pavimento da vila, e a grande quantidade de caixas e garrafas vazias ajuda ainda mais a escondê-lo.
Brisir tentou abrir o alçapão, mas, vendo que este se encontrava trancado, com a ajuda de Sofir forçaram sua entrada. A força com que o alçapão se abriu, uma vez que a tranca tinha se arrebentado, fez com que as mãos do anão escapassem e ele caísse em cima de algumas garrafas, abrindo novos ferimentos em seu braço graças aos cacos das garrafas.
Ao olhar para dentro do alçapão, Sofir viu o que devia ser um reflexo do que nossos heróis sentiam. Dezenas de pessoas, homens e mulheres, se amontoavam no esconderijo, seus rostos marcados por sofrimento e medo do que poderia lhes acontecer agora.
Vendo isso, ele então deu um passo para o lado e deixou que David entrasse na frente, carregando em seus braços uma das crianças, a briga entre ele e Alain já esquecida. Não se sabe se foram as palavras proferidas por ele, ou simplesmente por que nossos heróis pareciam estar sofrendo tanto quanto os sobreviventes da vila. Mas elas abriram passagem para nossos heróis. Primeiro David, logo seguido por Brisir e Sofir, carregando as outras crianças, indo imediatamente a um canto do esconderijo onde uma série de camas de palha tinham sido criadas e pondo as crianças lá. Três clérigas de Shalya já a espera deles para cuidar das crianças.
Um velho então saiu da multidão e ao se aproximar dos heróis falou:
'Precisamos conversar.'
Nossos heróis seguiram o velho até um outro canto do esconderijo, onde se amontoavam caixas de suprimentos e uma mesa com comida os aguardava. Ninguém falou nada enquanto os heróis comiam sua fria refeição, mas uma vez terminada o velho começou imediatamente a falar:
'Dois dias atrás, foi quanto os greenslins chegaram e atacaram nossa vila. Muitos dos nossos morreram, mas a maioria escapou ou se refugiarem em esconderijos como esse espalhados pela vila. E depois de saquearem e destruírem o que desejaram eles se foram.
'Ontem, ao amanhecer um Caçador veio até nós, como se tivesse sido guiado pelos deuses ele veio até esse mesmo esconderijo, bateu à nossa porta e pediu nossa ajuda para enfrentar os inimigos do Império, as forças do Caos. Quatro de nós foram com ele, em direção às montanhas.
'Como que por ironia do destino, ontem também, ao cair da noite, os mesmo hereges nos atacaram, novamente muitos morreram. Mas o que nos entristeceu mais foram as crianças. Cinco foi o número de crianças que eles levaram, muitas das outras eles simplesmente mataram em nome de seu deus perverso. Eles partiram logo em seguida, também em direção às montanhas, as crianças em trancadas em uma jaula.
'Vocês vieram para proteger o Império, salvar quantos forem possível. Vocês podem levar o que precisarem, só pedimos uma coisa de vocês, salvem nossas crianças.'
Continua..."
Ouça a seção:
Behind Enemy Lines - Day 02-01
Behind Enemy Lines - Day 02-02
WHF: Behind Enemy Lines - Day 1: A salvo, ou quase isso...

"Tendo escapado das garras da morte graças ao valente sacrifício do Capitão Kraven Swordsmith, nossos heróis se refugiaram numa floresta próxima. Em quanto isso, a alguns metros de onde estão os heróis, um destacamento de goblins, liderados por um grande orc, também entram na floresta.
Acreditando estarem a salvo, nossos heróis começam a avaliar suas opções.
'Se avançarmos mais um pouco para dentro da floresta, nós encontraremos uma vila.' Comenta Alain.
A discussão que se segue entre os integrantes do grupo, é interrompida de repente por David, que, com os nervos ainda sensíveis pela batalha que a pouco escaparam, ouve um som de passos se aproximando.
Rapidamente Sofir escalou uma árvore e se escondeu entre os galhos mais baixos. De seu esconderijo ele consegue ver Brisir se refugiar atrás de uma árvore, entre algumas moitas e, não sabe se por intervenção divina ou pura sorte, David tropeçar e cair e um barranco atrás de algumas moitas. A reação de Alain não foi tão rápida quanto a do resto do grupo, e antes que pudesse se esconder ele vê dois grupos de goblins e um grande orc se aproximarem urrarem ao vê-lo.
Vendo o Mago em perigo, os heróis entram rapidamente em ação. Do alto de seu esconderijo, Sofir atira uma flecha no líder orc, enquanto David e Brisir dão a volta em um dos grupos de goblins e os atacam por trás, eliminando três goblins e deixando outro gravemente ferido nessa investida.
O grande orc, vendo seus associados sendo exterminados, avançar com determinação em direção a David, a flecha de Sofir ainda pressa em seu braço. Usando sua grande força e ergue seu machado e acertar David, abrindo uma grande ferida em seu peito, mas não o deixando incapacitado. O goblin sobrevivente do primeiro grupo tenta um ataque desesperado ao anão e o acerta, em parte pela distração do anão ao ver o orc ferindo seu amigo.
Aproveitando a abertura dada pelos seus companheiros, nosso aprendiz de mago rapidamente junta seu poder e dispara uma série de dardos mágicos em direção ao líder orc, na esperança de eliminar o oponente mais forte antes que ele cause mais estrago.
Enquanto isso o outro grupo de goblins, ainda inteiro e confiante em sua superioridade numérica, avança em direção ao aprendiz de mago, atacando-o em grupo e causando diversos ferimentos menores.
Tudo isso aconteceu em poucos segundos, e Sofir já prepara uma segunda e uma terceira flecha para o ataque, um plano em sua mente. Rapidamente ele atira as duas, uma em direção ao grande orc e outra no goblin solitário, infelizmente o golpe falha, mas a distração dada aos dois foi o suficiente para David enfiar sua espada no corpo do goblin e Brisir acerta o peito do grando orc com um de seus machados e todo o ódio de sua raça contra os greenskins, eliminando a sim seus oponentes.
Afetados pela rápida redução de seu poder de fogo, os goblin começam a fraquejar, alguns tentam um ultimo desesperado golpe no aprendiz de mago, sem muito sucesso, e começam a recuar.
Alain não querendo deixar que os goblins fujam, tenta acumular seu poder para disparar uma nova rajada de fogo em direção ao grupo, mas sua concentração não foi o suficiente para domar os ferozes ventos da magia e sua tentativa falha.
Novamente Sofir prepara seu arco e suas flechas e lança uma chuva delas no solitário grupo de goblins, enquanto David corre parar eliminar os goblins restantes. Em poucos minutos o perigo passa, os inimigos jazem mortos e espalhados pela pequena clareira na floresta. Resta aos nossos heróis agora decidirem seu próximo movimento.
Ouça a seção:
Behind Enemy Lines - Day 01-01
Behind Enemy Lines - Day 01-02
WHF: Behind Enemy Lines - Day 0: Criando Heóris
Sofir, o Waywatcher Elfo da Floresta - Interpretado por MILK.
David Doolkiens, o Gambler Humano - Interpretado por d0.
Alain Gorwik, Aprendiz de Mago Humano - Interpretado por Dibé.
Brisir, o Troll Slayer Anão de Karak Azgaraz - Interpretador por Metade.
Em breve o passado de nossos heróis.
WarHammer Fantasy - Jobs
Dos 40 jobs diferentes a meu dispor eu separei 24 que achei interessantes para a aventura e incluo ainda nessa lista os outros 5 jobs avançados diferenciados por asterisco, que só estarão disponiveis para aqueles que já tiverem concluído uma carreira anterior.
Existem quatro raças no jogo: Humanos, Anões, Alto Elfos e Elfos da Floresta. Os Humanos, são humanos. Os anões são extremamente leais e honrados. Os alto elfos são poderosos mas arrogantes. Os elfos da floresta são podoresos como seus primos mas extremamente fechados.
Lembro a vocês também que de preferência já escolham quem deseja ser mago ou clérigo, que dificilmente tornarei dispononivel o clérigo mais tarde e com certeza será impossivel que vocês sejam magos. Apenas humanos podem pegar esses jobs.
Cada job é apresentado da seguinte forma:
'Nome em inglês' - 'Nome traduzido' (Raças que podem escolher esse job)
'Uma frase de apresentação do job'
Lista:
Agent - Agente (Humanos e Anões)
Cheio de recursos e levemente perigoso, ele é excelente quando se trata em ter um serviço concluído.
Apprentice Wizard - Mago Aprendiz (Humanos)
Inteligente e voluntarioso, com crescente poder mágico.
*Acolyte - Acólito (Humanos)
Um mago em desenvolvimento ganhando mais confiança em seus poderes.
Barber-Surgeon - Barbeiro-Cirurgião (Humanos e Anões)
Um engenhoso e esperto indivíduo, habilidoso nas artes de cura e de higiene.
Burgher - Burguês (Humanos, Anões e Alto-Elfos)
Um inteligente, trabalhador e ambicioso membro da sociedade.
Commoner - Plebeu (Humanos)
Auto-suficiente faz-tudo, com uma variedade de habilidades.
Envoy - Emissário (Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Um bem falado representante do povo élfico.
Gambler - Jogador (Humanos, Anões e Alto-Elfos)
Uma pessoa cheia de recursos, que sempre tem um truque (ou uma carta) em sua manga.
Hunter - Caçador (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Resistente e instintivo, com um bom senso para arqueirismo e a vida fora de cidades.
Initiate - Iniciado (Humanos)
O primeiro passo em direção a se tornar um sacerdote, aprendendo a aproveitar as bênçãos.
*Disciple - Discipulo (Humanos)
Um sacro e devoto individuo com crescentes habilidades para criar bençãos.
Mercenary - Mercenário (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Um versátil guerreiro profisional que vende suas hablidades.
Messenger - Mensageiro (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Um mensageiro bem-viajado e cheio de recursos, hábil em montaria.
Scout - Batedor (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Um aventureiro observador inventivo com sentidos afiados.
Soldier- Soldado (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Um guerreiro com treinamento especial e muito praticada disciplina.
Student - Estudante (Humanos, Anões e Alto-Elfos)
Inteligente e estudioso, em geral com alguma área de especialização.
Thief - Ladrão (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Ágil e habilidoso, com um talento especial para entrar em (e sair de) problemas.
Thug - Bandido (Humanos e Anões)
Forte e resistente, com conhecimento das ruas e nada mais.
Troll Slayer - Caçador de Trolls (Anões)
Um assustador anão no primeiro passo em direção à uma morte gloriosa.
*Giant Slayer - Caçadorde Gigantes (Anões)
Um formidável guerreiro anão, um passo a mais no caminho do Caçador.
Waywatcher - Guardião dos Caminhos (Elfos da Floresta)
Um fantástico batedor élfico e um arqueiro especialista seguindo o caminho do Guardião.
Zealot - Fanático (Humanos)
Um indivíduo cuja devoção aos deuses beira o fanatismo.
*Flagellant - Flagelante (Humanos)
Louco guerreiro religioso, acostumado às dificuldades, desprovido de razão.
*Witch Hunter - Caçador de Bruxas (Humanos)
Um zeloso individuo temido tanto pelos hereges quanto pelos inocentes.
Bounty Hunter - Caçador de Recompesas (Humanos, Anões, Alto-Elfos e Elfos da Floresta)
Determinado e focado individuo, bom em rastrear outros.
Ironbreaker - Destruidor de Ferro (Anões)
Robusto guerreiro anão, protegido por uma forte armadura de glomril.
Pit Fighter - Gladiador (Humanos, Anões e Elfos da Floresta)
Um lutador estóico que se destaca em meio ao caos do combate.
Sword Master - Mestre Espadachim (Alto-Elfos)
Um altamente treinado e habilidoso Alto-Elfo espadachim.
Wardancer - Dançarino de Guerra (Elfos da Floresta)
Levemente protegido mas altamente atlétido e gracioso guerreiro.
WarHammer Fantasy - Behind Enemy Lines
"No ano de 2523, as forças dos Greeskins, partindo das Montanhas Cinzentas, lançaram um grande ataque à Reikland.
Imperador Karl Franz, Sigmar o abençoe, avisado com antecedência do ataque, montou um grande exército de homens valentes, feito de humanos, anões e elfos, para enfrentar a invasão dos greenskins.
O primeiro embate durou muitas horas, as forças inimigas eram maiores do que tinha sido previsto, quando vocês não mais conseguiam diferenciar amigo e inimigo e o sangue já os deixava tontos pelo cheiro, o grupo de vocês acabou separado do exército principal.
O capitão de sua tropa, disposto a salvar quantos soldados fosse possível, abriu, ele mesmo, com a ajuda de dois escudeiros, um caminho entre as linhas inimigas, permitindo a fuga de vocês.
Dos vintes soldados que compunham a sua tropa, apenas vocês quatro escaparam. Na última vez que vocês viram seu capitão, ele lutava com seis orcs sozinho, seus escudeiros no chão, mortos.
Suas últimas palavras ecoaram na mente e no coração de vocês quatro, humanos, anões ou elfos, um grito de guerra e uma benção, em nome de Sigmar, deus da humanidade, e do Imperador.
Infelizmente, ainda não é a hora de se entristecer por sua morte, vocês devem primeiro honrar seu sacrifício, pois, apesar dos esforços dele, vocês acabaram saindo atrás das linhas inimigas..."
HISTÓRIA V - Coluna do estúpido-sagaz
Quinta-feira, 17 de junho de 2010.
Aconteceu hoje na I-95 um acidente de grandes proporções quando um ônibus da companhia Coach USA tombou e saiu da estrada se partindo ao meio. A perícia ainda não liberou nenhuma informação sobre a causa do acidente, sabe-se apenas que dos 52 passageiros registrados mais o motorista, 46 estão mortos e os 7 restantes apresentam feridas graves e foram transferidos para um hospital em New York.
As autoridades responsavies ainda não apresentaram a relação da vitimas do acidente.
HISTÓRIA IV - Coluna do estúpido-sagaz
Quarta-feira, 16 de junho de 2010.
Na noite passada, moradores de um bairro de classe média de New Jersey afirmam ter ouvido um tiroteio acontecer numa casa antiga do bairro, registrada como não habitada na prefeitura.
As testemunhas declaram que o tiroteio aconteceu entre um homem nao identificado que se encontrava dentro da casa e uma mulher que chegou ao local em um carro grande e preto.
As testemunhas mostraram incredulidade ao afimarem ter visto a mulher carregando uma arma de fogo mas nenhuma nas mãos do homem dentro da casa. De acordo com as testemunhas, o homem de alguma forma disparou contra a mulher, que saiu ferida da residencia, logo seguida pelo homem e outros capangas que se encontravam na casa.
Apesar dos vizinhos, que preferem manter o anonimato, afirmarem ter havido feridos, nenhum vestígio de sangue foi encontrado.
HISTÓRIA II - Coluna do estúpido-sagaz
Mais um acidente envolvendo seres de origem desconhecida. Dessa vez aconteceu no centro da cidade, e ele era enorme.
O ser metade animal, metade humano, com chifres pontudos e cascos atacou essa noite uma motocicleta e um taxi no meio da cidade, sem razao aparente. Outra criatura, surgida nao se sabe de onde, de pelo menos tres metros, surgiu logo depois e com o o uso de um poste, que ela mesma arancou da calcada, entrou em combate com a criatura de tamanho bem superior, aparentemente tentando proteger os incaltos passageiros do taxi.
Uma forte rajada de vento deu fim ao conflito, levando consigo as criaturas.
O taxita sofreu ferimentos leves e parece nao se lembra do que aconteceu, das outras vitimas dessa terrivel batalha nao pude saber nada.
Tentei entrar em contato com o guarda do acidente da noite anterior, mas ao chegar no hospital ele ja tinha partido, aparentemente recuperado dos ferimentos.
HISTÓRIA I - Coluna do estúpido-sagaz
Um ser diferente e reptiliano causa acidente em bairro residencial.
Tudo indica que a causa do acidente foi um conflito entre um dos envolvidos e um ser reptiliano que disparava com uma arma de fogo. O guarda ferido foi levado a um hospital proximo, em um carro particular que chegou minutos apos o acidente.
So it begins...
Digo a todos os rpgistas da madrugada, e aos mais habituais, que deixem seus cornos transbordarem de imaginação e se deixem embriagar das mais diversas experiências que sómente o RPG pode nos proporcionar.
BEM VINDOS.....
Kaique "d0 O Azarado" Pereira Brasil
