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sexta-feira, setembro 17, 2010

WHF: Behind Enemy Lines - Day 3: A Caverna de Khorne


Em busca das crianças seqüestradas, nossos heróis testemunham o que é o verdadeiro mal.

"Após a conversa com o ancião da vila, nossos heróis se preparam para o bem merecido descanso. As clérigas de Shallya, já tem tendo feito todo o possível dentro de suas capacidades para ajudar as crianças, se preparam para ajudar nossos heróis.


Ao invocar os poderes da Deusa da Misericórdia, o toque das clérigas se torna quente e as feridas que são tocadas brilham com uma gentil luz azul e se fecham. Após o tratamento, nossos heróis são levados até uma parte do galpão que foi preparado para eles. Nem bem eles se deitam, Morr os captura em meio a um sono de pesadelos, onde a tortura das crianças pelo fogo e o sorriso doentio dos tocados pelo caos surge sem parar. Ao amanhecer, sentido-se levemente restaurados, nossos heróis novamente se reúnem ao ancião.

Tendo eles decidido ir atrás das crianças, o ancião lhes fala sobre o caminho a frente. Ao leste, em direção às montanhas, foi pra onde levaram as crianças. Desde tempos imemoriais, é sabido que nessas montanhas existe um rede de túneis e são elas a razão da vila está tão distante das montanhas. Nas palavras do ancião, as cavernas estão preenchidas de mal. Mas foi para lá que os cultistas seguiram, e como os heróis pretendem segui-los, o ancião descreve o caminho que eles devem seguir para alcançarem a caverna mais próxima. Após se abastecerem, nossos heróis partem em direção à caverna.

A caminha é longa, e, junto aos ventos do norte, nossos amigos podem ouvir os sons do segundo dia da batalha entre o Império e o exército inimigo. Nas primeiras horas de viajem nada de incomum acontece, é como se toda a vida da floresta a houvesse abandonado, apenas as árvores restaram.

A passar do meio-dia, nossos heróis finalmente encontraram um sinal de que se aproximavam de seu destino. As árvores, que ao amanhecer eram tão belas e cheias de vida, ali eram manchadas de negro, como se um a vida as tivesse abandonando. As manchas faziam parte da madeira e ao toque era fria como pedra, fria como a morte. E o céu se tornou escuro, como se até mesmo o sol não ousa-se entra naquele lugar amaldiçoado.

Mais algum tempo de viagem, o céu cada vez mais escuro, e o que eram manchas antes agora cobriam todas as árvores. Mortas, negras e desfolhadas, as árvores que pareciam ter sido petrificadas começam a mostrar o formato de rostos agonizando em seu tronco. Um exame mais atento torna os piores medos de Sofir em realidade. Os rostos nas árvores, nada mais são que os resquícios de almas. Almas de pessoas que foram sacrificadas diante delas de forma terrível, e suas almas ficaram aprisionadas nelas, para sofrerem eternamente.

Finalmente nossos heróis conseguiram ver o seu destino. A quinhentos metros era possível ver, entre as árvores mortas, a caverna. E, apesar de ainda ser o meio da tarde, começando a vinte metros da caverna apenas um resquício de luz podia ser percebido, ali o sol não iluminava, ali era noite.

Bravamente nossos heróis avançaram em direção à caverna. Mas ao se aproximarem da caverna, como que saidos das sombras, quatro homens os cercaram. Grande, fortes e de pele clara, os Norsca revelam um mal mais terrível do que o imaginado. Sua presença aqui significa a presença do exército do Caos, e essa revelação fez com que até mesmo o valente Brisir começa-se a suar.

Os Norsca não dão tempo para que nossos heróis se preparem. Pegos próximos uns dos outros, nossos heróis vêm três dos Norscas avançarem com seus machados erguidos, urrando algo incompreensível e golpeando furiosamente Brisir, Sofir e David.

Usando o impulso dado pelo golpe, Sofir da uns três passos para trás e dispara uma de suas flechas no Norsca que o atacou. Ao mesmo tempo, Alain invoca os ventos da magia e, com sua fúria alimentada pela visão do que aconteceu às crianças, lança em direção ao Norsca que corria em sua direção, uma língua de fogo que o consome em instantes, apenas cinzas e ossos restou.

David, aproveitando a distração dada pelo disparo de Sofir, finaliza o Norsca alvejado e rapidamente se prepara para a próxima investida daquele que o havia golpeado anteriormente. Enquanto Brisir é deixado para enfrentar seu oponente cara-a-cara, ao estilo dos anões, e, mesmo desbalanceado pelo golpe que recebeu, Brisir golpeia o Norsca a sua frente com seu machado, abrindo um corte profundo em seu peito.

Vendo que nossos heróis passaram a estar em grande vantagem, com dois de seus companheiros mortos, os Norscas restantes avançam para uma última investida. Mas Brisir, se fazendo valer de suas habilidades, apara o golpe direcionado a ele, enquanto David esquivava de outro. Mas, os deuses não estavam sorrindo pra David, usando o movimento de David com impulso inicial, o Norsca termina por posicioná-lo no caminho de uma flecha disparada por Sofir, acertando o lado esquerdo de seu corpo abrindo uma grande ferida que começa a sangrar assustadoramente.

Não se deixando impressionar pela visão de seu companheiro ferido, Brisir golpeia novamente o Norsca a sua frente, abrindo ainda mais a ferida em seu peito, o Norsca já estava morto quando encontrou o chão. Mas Alain não tinha pressa para ver seu amigo ferido e rapidamente dispara uma série de dardos mágicos, derrubando o último Norsca. Sem parar pra apreciar seu feito, Alain corre para ajudar David, fechando rapidamente sua ferida.

Tendo terminado com os Norscas, e vendo que não havia mais outros escondidos nas sombras, nossos heróis respiram fundo e entram na caverna.

A escuridão dentro da caverna era espessa, pesada, como se fosse algo vivo. Sem pensar duas vezes, nossos heróis acendem algumas tochas para iluminar o caminho. A caverna em si não era muito grande, três pessoas podiam caminhar lado ao lado sem ficarem apertados. Mas ela era comprida, e nossos heróis se sentiam como se estivessem caminhando em direção a um abismo, um abismo negro onde os deuses do caos habitam. Nas paredes haviam desenhos, feitos com sangue, tortura, morte, desespero, agonia, tudo isso e mais estava ali ilustrado.

A caverna parecia não ter divisões, sempre uma linha reta que guiava nossos heróis para o coração da montanhas. Após o que pareceu muito tempo de caminhada, sempre acompanhados pelos desenhos bizarros, nossos heróis finalmente chegaram a uma trifurcação.

Três caminhos se abriam à frente deles. David, procurando pistas do paradeiro das crianças, se agacha para procurar rastros. Os caminhos da direita e da esquerda pareciam ser os mais movimentados. Tomando uma decisão, nossos heróis corajosamente seguiram pelo caminho da esquerda.

Não demora muito, nossos heróis alcançam o que parece ser um balcão de um teatro, e assim que entram nossos heróis reparam que no lado contrário havia outro balcão, indicando que era ali o destino do caminho da direita.

Um som de vozes vinha da parte inferior do grande salão. Ao se aproximarem da beira do balcão, o que viram fez com que Brisir imediatamente se virasse e vomitasse, enquanto os outros três não esboçaram reação, ficaram paralisados, assistindo o ritual profano que se desenrolava.

No centro do salão havia um altar, onde o corpo de um homem repousava. Um exame mais detalhado mostrou que o corpo pertencera ao capitão da mesma tropa que nossos heróis compunham. Mas seu corpo tinha sido profanado, e percebia-se que várias partes haviam sido trocadas. Por todo corpo viam-se marcas de costura, os braços ram desproporcionais, uma grande cicatriz se estendia pelo peito do capitão. Sua boca estava aberta.

Dez homens usando mantos de capuz se ajoelhavam de frente ao altar. Cinco de costas para nossos heróis e outros cinco do lado oposto. De suas bocas um canto se desenrolava, em uma língua desconhecida, mas preenchida pelos poderes malignos do Caos. Outros cinco se posicionavam à cabeceira do altar, os dois das pontas de costas para o corpo enquanto os outros três se concentravam em acompanhar o coro de cultistas ajoelhados. Entre os cinco e o altar, em cima de um altar menor, e encontrava uma bacia, cheia de um liquido verde que borbulhava, três hastes de ferro de alguma ferramenta podiam ser vistas na bacia. Atrás de cada um dos cultistas levantados havia uma criança, erguidas do chão de cabeça pra baixo por correntes, as das pontas tinham provavelmente nove ou dez anos, sendo as dos centro mais novas, a do meio não podendo ter mais que 6 anos.

Quando nossos heróis chegaram ao parapeito, os dois cultistas que estavam de costas para o altar terminavam de retirar uma ferramenta cilíndrica oca do peito das crianças, enfiando suas mãos em seguida no buraco formado e arrancando seus corações. Nenhuma das crianças gritou, assim como nossos heróis elas pareciam paralisadas, mas de agonia, e, o mesmo poder maligno que povoava essas cavernas, parecia mantê-las vivas mesmo com seus corações arrancados. Os dois cultistas, com os corações nas mãos, foram até o corpo em cima do altar, fazendo um pouco de força, esmagam o coração das crianças, para que o sangue caísse na boca aberta do antigo capitão. Nesse momento as crianças gritam de dor e a vida às abandona.

Terminado o serviço, os dois cultistas deixaram a ferramenta que carregavam dentro da bacia e voltaram a seu lugar, ao lado dos outros três e começou a acompanhá-los no cântico, enquanto outros dois se destacaram do grupo e retiraram outras duas daquelas mesmas ferramentas, cobertas pelo liquido verde. Os dois se viraram para as crianças que estavam às suas costas. Nesse momento o cântico profano aumentou de volume e os dois cultista encostaram as ferramentas no peito das crianças. Lentamente a ferramenta ia entrando no peito delas, o liquido verde derretendo a carne das crianças. Gritos de dor saiam da bocas das duas crianças e a do meio, sem entender o que ou o porque daquilo tudo estar acontecendo, apenas chorava em desespero.

Continua..."

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