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sexta-feira, outubro 08, 2010
Dark Sun - Dia 1
"O sol negro nascia, e trazia consigo o calor de mais um dia em Tyr. No mercado mais uma caravana se preparava para partir em direção a Rahn. Do alto de uma das carroças e eu tocava minha harpa e assistia enquanto a comitiva se formava. Homens e mulheres de todo tipo de origem se juntavam ao redor da caravana para acompanhar a viagem. Quando deles se destacando, um grupo incomum, mas que senti, tinham um grande destino a frente.
Um grande Golias, de pele cinza como pedra e a força de muitos homens. Um jovem Eladrin, que ao chegar tomou a forma de um dos grandes insetos do deserto. O Mul, com a aureola do psiônico e expressão de grande concentração. E o Thri-Kreen, caminhando com um grande lotulis em mãos e, por um momento, pensei ver um grande urso ao seu lado.
Foi uma coisa maravilhosa de se ver. Dez carroças cheias de mercadorias, guiadas por enormes bestas. Dezenas de mercadores e civis partindo em viajem para cidades longínquas. E outras dezenas de guerreiros, armas de força e coragem, em defesa da caravana. Todos partindo nas primeiras horas da manhã, em direção à solidão e aos perigos do que há além das muralhas de Tyr.
As primeiras horas da viajem foram calmas, poucas criaturas se arriscavam a se aproximar de tão grande comitiva. Mas, mesmo assim, algumas mais ousadas nos atacavam, e logo eram rechaçadas pelos mercenários. O meio-dia veio e trouxe consigo o pior do calor do sol negro, e Tanjir, o líder da caravana ordenou que montássemos as barracas para esperar que o tempo melhora-se.
Eu estava no alto de uma das carroças comendo a refeição que tinha sido me entregue, dois goles de água, e o que parecia ser carne de gato, quando reparei em alguns vultos nas montanhas próximas. A distância e luz do sol não me permitiram ver direito o que nos observava, mas não houve tempo para pensar nisso.
Sons de batalha logo começaram a vir de uns dos lados da caravana, um golem de areia atacava a comitiva e um grupo de mercenários o atacava. Mas, além do barulho do combate outro som me chamou atenção. No meio do círculo de carroças, quatro dos mercenários lutavam sozinhos contra outro golem.
O druida, em sua forma de inseto gigante atacava ferozmente com suas garras, enquanto o golias golpeava com seus punhos, abrindo crateras no corpo disforme do golem. De uma distância mais segura o mul atacava com seus poderes psiônicos, a auréola em sua cabeça cada vez brilhando mais e mais, e ao seu lado o xamã thri-kreen invocava espíritos para ajudá-los na batalha.
Mas nem tudo ia bem, apesar da coragem dos combatentes, no momento em que o golias caiu, a água de seu corpo sendo absorvida pelos ataques do golem de areia, o destino deles parecia ter sido selado. Mas, mesmo com poucas chances, os guerreiros continuaram a atacar o golem.
Movida pela bravura deles eu resolvi intervir. Usando umas músicas mágicas que aprendi de meu mestre, toquei uma melodia de renovação, que fechou as feridas maiores do golias e de seus companheiros. Com o golias erguido, suas energias renovadas, os guerreiros redobraram seus ataques, e logo o golem retornou para as areias do deserto, sumindo como se nunca tivesse estado lá, apenas eu como testemunha da coragem daqueles guerreiros.
Daquele momento em diante resolvi acompanhar esses aventureiros mais de perto. Pois acredito que grandes épicos irei contar sobre as empreitadas de tão estranho grupo."
Um grande Golias, de pele cinza como pedra e a força de muitos homens. Um jovem Eladrin, que ao chegar tomou a forma de um dos grandes insetos do deserto. O Mul, com a aureola do psiônico e expressão de grande concentração. E o Thri-Kreen, caminhando com um grande lotulis em mãos e, por um momento, pensei ver um grande urso ao seu lado.
Foi uma coisa maravilhosa de se ver. Dez carroças cheias de mercadorias, guiadas por enormes bestas. Dezenas de mercadores e civis partindo em viajem para cidades longínquas. E outras dezenas de guerreiros, armas de força e coragem, em defesa da caravana. Todos partindo nas primeiras horas da manhã, em direção à solidão e aos perigos do que há além das muralhas de Tyr.
As primeiras horas da viajem foram calmas, poucas criaturas se arriscavam a se aproximar de tão grande comitiva. Mas, mesmo assim, algumas mais ousadas nos atacavam, e logo eram rechaçadas pelos mercenários. O meio-dia veio e trouxe consigo o pior do calor do sol negro, e Tanjir, o líder da caravana ordenou que montássemos as barracas para esperar que o tempo melhora-se.
Eu estava no alto de uma das carroças comendo a refeição que tinha sido me entregue, dois goles de água, e o que parecia ser carne de gato, quando reparei em alguns vultos nas montanhas próximas. A distância e luz do sol não me permitiram ver direito o que nos observava, mas não houve tempo para pensar nisso.
Sons de batalha logo começaram a vir de uns dos lados da caravana, um golem de areia atacava a comitiva e um grupo de mercenários o atacava. Mas, além do barulho do combate outro som me chamou atenção. No meio do círculo de carroças, quatro dos mercenários lutavam sozinhos contra outro golem.
O druida, em sua forma de inseto gigante atacava ferozmente com suas garras, enquanto o golias golpeava com seus punhos, abrindo crateras no corpo disforme do golem. De uma distância mais segura o mul atacava com seus poderes psiônicos, a auréola em sua cabeça cada vez brilhando mais e mais, e ao seu lado o xamã thri-kreen invocava espíritos para ajudá-los na batalha.
Mas nem tudo ia bem, apesar da coragem dos combatentes, no momento em que o golias caiu, a água de seu corpo sendo absorvida pelos ataques do golem de areia, o destino deles parecia ter sido selado. Mas, mesmo com poucas chances, os guerreiros continuaram a atacar o golem.
Movida pela bravura deles eu resolvi intervir. Usando umas músicas mágicas que aprendi de meu mestre, toquei uma melodia de renovação, que fechou as feridas maiores do golias e de seus companheiros. Com o golias erguido, suas energias renovadas, os guerreiros redobraram seus ataques, e logo o golem retornou para as areias do deserto, sumindo como se nunca tivesse estado lá, apenas eu como testemunha da coragem daqueles guerreiros.
Daquele momento em diante resolvi acompanhar esses aventureiros mais de perto. Pois acredito que grandes épicos irei contar sobre as empreitadas de tão estranho grupo."
Retirado dos diários da
Suprema Barda da Escola de Tyr Alek Sweettone
Suprema Barda da Escola de Tyr Alek Sweettone
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