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segunda-feira, novembro 01, 2010
Filhos de Darwin

"O ser humano teme aquilo que não entende e destrói tudo aquilo que não controla."
No século 21, a humanidade testemunhou o nascimento dos super-seres.
Veio como um boom. Da noite para o dia jornais do mundo inteiro noticiavam: "Os X-Men Chegaram", "Mutantes entre Nós", "O Próximo Passo da Evolução".
Primeiro houve curiosidade, pessoas 'normais' trabalharam para entender os 'mutantes'. No começo houve amizade entre nós.
Depois veio o medo, nem todos de nossa espécie eram amigáveis, lutas entre mutantes e humanos se tornaram comuns. Dominados pelo medo daquilo que podíamos fazer, os humanos decidiram nos exterminar.
Essa era durou cinco anos, era essa que para nós é conhecida como a 'Era da Discórdia'. Muitos humanos pereceram, muitos dos nossos os seguiram.
Então veio o êxodo. Em uma única noite, o ‘Grande Um’ convocou todos os mutantes para a Nova Atlântida, naquele tempo conhecida como Austrália. Todos os antigos moradores foram levados para o continente. Aqui restaram apenas os Filhos de Darwin, nós mutantes, como deve ser.
Nós mandamos um aviso aos humanos, um aviso que até hoje é ouvido por eles, ‘Não se aproximem’.
Mas mesmo assim não houve paz, alguns de nós ainda ansiavam pelo caos, os humanos ainda desejavam nossa destruição. Nossos avisos não foram ouvidos, eles atacaram. Alguns de nós revidaram. Mais 30 anos de disputas se seguiu desde a criação da Nova Atlântida.
Os humanos finalmente tomaram uma grande decisão. Apontaram suas mais perigosas armas, as chamadas bombas atômicas, para Nova Atlântida. O medo tomou conta de todos, darwinianos e humanos. Essa decisão não só traria nossa destruição, mas também a de grande parte do povo deles.
Mas o Grande Um estava preparado, e todos testemunharam, humanos e darwinianos, sua determinação. Quando as bombas já podiam ser vistas do céu de Nova Atlântida, os ‘Cinco Cardeais’, naquela época ainda muito novos, se ergueram no topo do Monte Kosciuszko, hoje conhecido como ‘Farol dos Cardeais’, e, com seu grande poder, desviaram as bombas, enviaram todas de volta ao seu ponto de origem, e, quando estavam a poucos metros do impacto, sumiram com todas elas.
Hoje, nossa dedicação ao Grande Um nos permite viver em paz na Nova Atlântida, os Cardeais nos protegem do alto do Farol. Nenhum de nós jamais foi visto fora de nosso país. E os humanos agora sabem, eles vivem pois assim deseja o Grande Um.
Retirados das memória de
Sherill, Magister Doctor do Colégio de Nova Atlântida
Sherill, Magister Doctor do Colégio de Nova Atlântida
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